domingo, 18 de novembro de 2012

Arquitetura do Android


A arquitetura do Android é dividida em cinco camadas:
Aplicativos: é a camada mais alta da arquitetura, formada pelas aplicações originais do sistema como navegador de internet, despertador, calendário, agenda, entre outros. Todas as aplicações são escritas na linguagem JAVA.
Framework Nativo: camada responsável pela disponibilização das APIs necessárias para o desenvolvimento de aplicações, atuando como o intermediário entre a camada de aplicativos e a camada de bibliotecas, simplificando a reutilização de componentes, já que o desenvolvedor dispõe de acesso total à mesma estrutura de APIs usada nos aplicativos centrais, podendo, desta forma, aproveitá-las conforme achar necessário.
Bibliotecas: o Android disponibiliza um grupo de bibliotecas em C/C++, que são acessadas pelos desenvolvedores via JAVA, e utilizadas pelos diversos componentes do sistema. Manipular arquivos, imagens, áudio, vídeo, banco de dados, entre outros, são funções desta camada.
Ambientes em execução (Runtime): em nível de camada igual a de bibliotecas, localiza-se a responsável por permitir a execução de cada processo em sua própria instância virtual. A Máquina Virtual utilizada é a Dalvik Virtual Machine, desenvolvida pelo Google e aprimorada para trabalhar da forma mais eficiente possível em dispositivos móveis.
Uma aplicação do Android é executada em seu próprio processo e cada processo é uma instância da máquina virtual Dalvik. Os arquivos são executados em formato Dalvik Executable (.dex) e são otimizados para que ocupe uma fatia pequena na memória.
Linux kernel: é a camada de mais baixo nível da arquitetura do Android. Responsável pelo gerenciamento de memória, de processos e de E/S, pilha de rede, entre outros. É nesta camada que ocorre a abstração entre o hardware e o resto da pilha de software, ficando exposto para toda a plataforma.


fonte: http://www.gratisdicas.com.br/sistema-operacional-android-processos-arquivos.html

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