domingo, 30 de setembro de 2012

OUYA : O novo videogame com sistema Android


Um novo projeto promete movimentar a indústria de games no futuro. Trata-se do Ouya, um console de videogame que usa o sistema Android, do Google e armazena jogos e informações na nuvem. Essa proposta ousada sairá ao custo de 100 dólares.

De acordo com seus criadores, o Ouya está sendo desenvolvido para estimular a criação e publicação de jogos gratuitos em sua própria loja de aplicativos, onde os consumidores irão receber junto ao console, um kit de desenvolvedor para criar títulos e lançá-los na rede online do aparelho, tudo gratuitamente.

Na página do projeto no Kickstarter, seus criadores declaram que, “É hora de trazer de volta a inovação, experimentação e a criatividade para a TV... vamos tornar os jogos menos caros para que possamos comprar mais”.

Além de jogar videogames, o site The Verge afirma que ele virá com outras funções, como tocar músicas, além de uma plataforma de TV digital. Ele ainda seria totalmente “hackeável”, ou seja, o usuário poderia modificá-lo completamente sem precisar se preocupar em perder a garantia.

A previsão de chegada é março de 2013, segundo a Wired. O site afirma que entre os desenvolvedores estão Ed Fries, ex-executivo da Microsoft e Yves Behar, do projeto "um notebook por criança".

Especificações:
  • Processador Tegra 3 quad-core;
  • 1 GB de RAM;
  • 8 GB de armazenamento interno;
  • Conexão HDMI com suporte a 1080p;
  • Adaptador Wi-Fi 802.11 b/g/n;
  • Bluetooth  4.0;
  • Controle-padrão (similar ao do Xbox);
  • Android  4.0.                                                                                                                                   
 Font: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2012/07/10/videogame-ouya-com-sistema-android-sera-vendido-por-100-dolares/

domingo, 23 de setembro de 2012

Câmera com Android

Android está dominando o mercado da tecnologia, não basta os Smartphones e Tablets, agora expande para a tecnologia das câmeras. Foi lançada a Coolpix S800c da Nikon com os seus 16 Megapixels que opera com o Android 2.3 . Além de poder baixar aplicativos na loja Google Play, inclusive softwares voltados à fotografia, a câmera vem com zoom óptico de 10x e tela traseira touchscreen OLED de 3,5 polegadas, sensor GPS e interface Wi-Fi. Filmagem em Full HD 1080p. Dimensões: Aprox. 111.4 x 60.0 x 27.2 mm e pesando 184g Desfrute de imagens de alta qualidade que você simplesmente não pode obter com smartphones, além de comunicação Wi-Fi que é impossível regular com câmeras fotográficas digitais. Com a Nikon S800c é possível tirar e compartilhar suas novas fotos nas redes sociais e com outros smartphones ou tablets. A conectividade também permitirá outras atividades bastante úteis e divertidas, como verificar e-mails ou jogar um pouco de Angry Birds. Aplicativos de edição de fotos como o Instagram, ou até mesmo assistir a vídeos no YouTube ou Netflix na tela, e outros programas da loja virtual Google Play, do Android. A câmera terá o preço inicial de US$ 350.
Fontes:
http://imaging.nikon.com/lineup/coolpix/style/s800c/ http://androidbrasil.com/noticias/android/683-camera-com-android

domingo, 16 de setembro de 2012

Pesquisadores criam supercomputador utilizando celulares com sistema Android

Você já deve ter lido a respeito daquelas redes de computadores que funcionam aproveitando a velocidade de processamento de várias máquinas para realizar cálculos extremamente complexos. Estes são os chamados grids e há vários exemplos de sua utilização, como o World Community Grid, que lança mão de PCs de voluntários do mundo inteiro para buscar a cura de várias doenças.

Com base nesse conceito de juntar o processamento de vários dispositivos, a Universidade Técnica de Braunschweig, na Alemanha, desenvolveu uma maneira de conectar celulares com o sistema Android e fazê-los trabalhar juntos em prol de um só aparelho.

Por meio de ligações Wi-Fi, os estudiosos juntaram seis gadgets, cada um com capacidade de realizar 5,8 milhões de cálculos por segundo. Trabalhando em conjunto, eles conseguiram criar uma rede capaz de atingir performances de até 26,2 milhões de cálculos.

Como o conceito funcionou muito bem durante os testes da Universidade, agora, os pesquisadores buscam uma maneira de aplicar a ideia de forma prática no dia a dia das pessoas. E as mais diversas aplicações já foram pensadas para esse novo grid.

De acordo com eles, passageiros de um trem poderiam conectar os seus gadgets em uma rede interna dentro do veículo. Assim, ele ganharia uma grande capacidade de processamento e, com isso, poderia trazer informações extremamente precisas sobre a sua localização ou a previsão do tempo, por exemplo.

Outros já tiveram ideias ainda mais “mirabolantes”, como a realização de flashmobs em locais específicos para a quebra de senhas da rede Wi-Fi. Melhor ainda: que tal se você e os seus irmãos, no futuro, puderem juntar os seus celulares para criar um computador superpotente dentro de casa?

fonte: tecmundo.com.br

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Relatório do filme Piratas do Vale do Silício

O filme conta através das personalidades de Steve Jobs, Steve Wozniak, Bill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização.Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica. A namorada de Jobs fica grávida, e ele não quer assumir a criança. Mas acaba exigindo escolher o nome da filha – Lisa, mesmo nome que deu, em 1978, ao antecessor do Macintosh.Bill Gates é o completo oposto. Faz coleção de revistas Playboy e gosta de beber cerveja jogando pôquer com seus amigos Paul Allen e Steve Ballmer.No início dos anos setenta, os computadores, chamados de mainframes, eram de grande porte e ocupavam grandes espaços. Embora não houvesse computadores pessoais como os que tão comumente encontramos hoje, existia um público ansioso por poder usufruir dessa tecnologia. Alguns apaixonados pela eletrônica começaram a desenvolver protótipos de circuitos que poderiam ser microcomputadores. Entre eles, podemos mencionar os nomes de Steve Jobs e Steve Wozniak, que juntos desenvolveram uma espécie de primeiro computador pessoal como resultado de intensos trabalhos numa garagem. Eles deram o nome a esse protótipo de Apple.Com o sucesso do modelo, eles decidiram fundar uma empresa para aprimorar o microcomputador Apple e em 1977, surgiu a Apple Computer.No lançamento do Apple II em 1977 numa pequena feira de informática, Bill Gates, até então desconhecido, é esnobado por Steve Jobs. A partir deste momento ele resolve destruir a Apple.As grandes empresas como IBM, Xerox e outras não acreditavam na popularização dos computadores pessoais e nessa época não se interessaram pelo investimento. Mais logo perceberam o que estavam perdendo e começaram a retomada do tempo perdido na busca de produzir melhores computadores que a Apple Computer, que fechou a década como uma das melhores.Em 1980, a IBM decidiu entrar no setor e queria fabricar um microcomputador que superasse o Apple II da Apple. A empresa criou o hardware do computador, os circuitos lógicos em si, porém deveria haver um sistema operacional para que ele e os programas pudessem funcionar. Contratou então uma outra empresa, a Microsoft para criar um sistema operacional que fosse compatível com o seu projeto.Precisamente nesse ponto, entra na história a figura daquele que se tornaria um dos homens mais ricos de todos os tempos, Bill Gates. Ele comprou, por 50 mil dólares, os direitos de um sistema operacional quase pronto, que não tinha muito poder de processamento e nem muita memória, desenvolvido por outros universitários e fazendo algumas modificações, entregou-o para a IBM, que por sua vez lançou o IBM PC em 1981.Em um centro de pesquisa da Xerox, a APPLE é instrumentalizada com mecanismos que facilitam o uso dos computadores pelas pessoas. A partir disto a Apple cria o Macintosh e o Lisa, dois projetos com interface gráfica. É assim que surge a interface gráfica, ícones que através do mouse guiam à seleção e execução de tarefas.Mas, uma cartada de Bill Gates define a liderança da IBM e da Microsoft no mercado de computadores. Com muita malícia, ele fecha um contrato para fornecer programas para o Macintosh. Quando Jobs percebe, Bill já roubou sua tecnologia e criou o Windows – uma cópia deslavada do Macintosh.O filme termina com a Apple se rendendo, em 1997, a Bill Gates – coisa que realmente aconteceu.

Fonte: www.sosestudante.com

domingo, 9 de setembro de 2012

Como escolher um toque diferente para cada contato

Uma função que já é conhecida por muita gente, também está disponível para Android: personalizar o toque para cada contato na agenda do seu chip. Caso você receba ligações de números específicos frequentemente, alterar seu toque ajuda a identificar quem está ligando, permitindo que você atenda mais rapidamente a ligação (já que você sabe quem é mesmo antes de olhar para o celular).

Essa função está liberada no Android desde a versão 2.3, estando ainda presente na 4.1.

Vamos ao tutorial

Na tela que lista os aplicativos instalados no seu Android, selecione "Contatos" (ou "Pessoas", dependendo da versão).



Na lista de números, abra aquele que deve ter o toque alterado.



Usando o botão de opções do seu aparelho, selecione "Editar".



Pressione a alternativa "Toque".



Escolha um toque na lista ou nas músicas armazenadas do celular.



Defina um toque e salve a alteração.



Este tutorial usou a versão 4.1 do Jelly Bean. Versões mais antigas podem apresentar nomes e localizações diferentes para as opções, mas o princípio básico é o mesmo: abra sua lista de contatos, escolha a opção de editar um número e defina um novo toque para ele.

fonte: Tecmundo

domingo, 2 de setembro de 2012

NASA desenvolve satélites equipados com Android.

Segundo a NASA,
os atuais smartphones
já têm muitos dos recursos
necessários em um satélite
A NASA começou a desenvolver pequenos satélites que usam smartphones com Android. O PhoneSat é um projeto criado para tentar reduzir o custo da construção de satélites espaciais.

A equipe de cientistas responsável pelo PhoneSat trabalha no Ames Research Center, na Califórnia, nos Estados Unidos. Segundo a NASA, os atuais smartphones já
têm muitos dos recursos necessários em um satélite.

A NASA considera que o smartphone já tem um sistema operacional versátil, processadores rápidos, câmeras de alta resolução, sensores e GPS. Os cientistas acreditam que é mais fácil usar um sistema que já existe do que criar um novo. Além de dar menos trabalho, a produção do satélite fica mais barata.

A equipe já desenvolveu e testou a primeira versão do satélite com Android. Ela envolveu a produção de um dispositivo que custou US$ 3,5 mil. Com o formato de um cubo, o satélite tem o tamanho de uma xícara de café e pesa 4 quilos. Dentro dessa caixa, há um smartphone HTC Nexus One.

O smartphone atua no pequeno satélite como o computador a bordo da nave espacial. Os sensores determinam a orientação da sonda, enquanto a câmara do smartphone pode ser utilizada para observar a Terra. O sistema tem um circuito que monitora o equipamento e envia sinais por rádio para a Terra caso o aparelho pare de funcionar. Então, a NASA consegue reiniciar o smartphone.

A segunda parte do projeto, o PhoneSat 2.0, já está em desenvolvimento. Esse satélite funcionará com um Nexus S, da Samsung. O aparelho também terá mais funcionalidades, como eletroímãs capazes de controlar a orientação do satélite do espaço. Além disso, o satélite terá um sistema de rádio. Ele permitirá que os cientistas o controlem da Terra.
O segundo projeto deve ser concluído apenas no meio de 2013. A NASA espera lançar as duas versões em 2013. A partir dos resultados gerados nessas etapas, a NASA desenvolverá os próximos projetos do PhoneSat.